quinta-feira, 10 de junho de 2010

quinta-feira, 3 de junho de 2010

O sexo oprimido

Na revista VEJA de 1° de Outubro de 2003 traz uma entrevista com um historiador israelense onde ele afirma que os discriminados são os homens e que eles têm menos direitos que as mulheres. Um trecho da entrevista.
O historiador israelense Martin Van Creveld, de 57 anos, está acostumado a tratar de questões polêmicas. Professor da Universidade Hebraica de Jerusalém, especialista em história militar, Van Creveld é chamado com freqüência para opinar sobre conflitos mundiais, como os que atingem seu país. Lecionou nos principais institutos de estratégia, civis ou militares, do mundo ocidental, incluindo a Escola de Guerra Naval dos Estados Unidos. Pesquisador respeitado, nos últimos anos Van Creveld tem se dedicado também a estudar outro tema explosivo: a guerra dos sexos. Em seu mais recente livro, O Sexo Privilegiado, publicado neste ano na Alemanha e recheado de estatísticas, ele defende que são os homens – não as mulheres – os verdadeiros oprimidos pela sociedade. Ph.D pela London School of Economics, da Inglaterra, e autor de dezessete livros, entre os quais obras de referência no meio acadêmico, como O Futuro das Guerras e As Mulheres e a Guerra, Van Creveld faz questão de dizer que é casado e vive muito feliz com sua esposa. Na entrevista a seguir, ele explica sua teoria antifeminista.
Veja – O senhor é conhecido como historiador militar. Como se interessou pelo tema da discriminação contra os homens?
Van CreveldTudo começou alguns anos atrás, quando escrevi um livro sobre as mulheres e as guerras. Achei esse tema tão interessante que decidi fazer outro livro sobre o assunto. Como todo mundo, eu achava que os homens realmente oprimiam as mulheres e queria descobrir como era possível que essa situação pudesse persistir por milênios. Só depois de meses de pesquisa descobri que as evidências não davam suporte a minha tese e que, na realidade, são as mulheres o verdadeiro sexo privilegiado.
Veja– Por outro lado, no passado as mulheres eram condenadas a ficar em casa, não tinham a opção de trabalhar. Em muitas sociedades, isso ainda acontece. Tal fato não prova que as mulheres é que são oprimidas pelo homem?
Van CreveldNão. Salvo raríssimos casos, o homem também não pode escolher se vai trabalhar ou não. Trabalhar, para o homem, é obrigação. Segundo a Bíblia, o trabalho foi um castigo dado para Adão, não para Eva. Além disso, as donas-de-casa são privilegiadas. De todos os grupos da população, elas são as que detêm a maior segurança e tempo disponível para dedicar a si próprias. Mesmo nas sociedades modernas, em que as mulheres já estão espalhadas no mercado de trabalho, as funções mais pesadas e sujas são realizadas por homens. Nos Estados Unidos, 93% dos mortos em acidentes de trabalho são homens. Isso ajuda a explicar outro indício de que as mulheres são privilegiadas: os homens vivem, em média, menos que elas. Por fim, poucas mulheres estão dispostas a sustentar o companheiro. Nos Estados Unidos, apenas 10% das mulheres ganham mais que o marido, e as estatísticas mostram que o índice de divórcio nesses casos é muito alto.
Veja – O senhor acredita que no mundo moderno as mulheres são ainda mais privilegiadas que no passado?
Van CreveldEm meu livro eu mostro que a sociedade sempre fez a vida dos homens ser mais difícil que a das mulheres. Desde o início dos tempos os homens foram criados para produzir e dar e as mulheres sempre para receber e reproduzir. Os homens sempre tentaram dar à companheira uma vida mais fácil, mais segura e mais confortável. Recentemente, o feminismo ajudou as mulheres a ter privilégios adicionais. Portanto, elas são, realmente, ainda mais privilegiadas que no passado e os homens, ainda mais oprimidos.
Veja – Em sua vida pessoal, o senhor também se sente discriminado?
Van CreveldComo homem, eu sou constantemente discriminado em todas as formas de benefícios sociais. Por exemplo, minha esposa tem direito à licença-maternidade, eu não. O plano de saúde de minha universidade é mais benevolente na cobertura de doenças femininas, como o câncer de mama, que de doenças masculinas, como o câncer de próstata. Além disso, em Israel, como em muitos outros países, existe a crença de que as mulheres amam seus filhos mais do que os pais são capazes de amar. Não existe nada que prove que isso é verdade. No entanto, as leis tornam praticamente impossível para um pai divorciado obter a custódia dos filhos. Eu passei por um divórcio. A dor de não ter conseguido a guarda de meus filhos vai me acompanhar até meu último dia de vida.
Veja – A Justiça é mais branda com as mulheres?
Van CreveldSem dúvida. Em todas as sociedades modernas, as mulheres recebem menos condenações que os homens. E, quando são condenadas, cumprem penas menores do que outros homens que cometeram o mesmo crime. Na Inglaterra, entre 1984 e 1992, 23% das mulheres acusadas de homicídio foram absolvidas, enquanto apenas 4% dos homens foram considerados inocentes. Na Califórnia, nos Estados Unidos, em todo o século XX foram condenados à morte 468 criminosos. Apenas quatro eram do sexo feminino.
Veja – A discriminação contra o homem, da forma como o senhor a descreve, é um fato inalterável da natureza?
Van CreveldEm muitos países, já existem movimentos para melhorar as condições de vida dos homens. Seu propósito é defender o sexo forte nas situações em que há mais discriminação, como nos divórcios e nas falsas acusações de abuso sexual ou de violência doméstica. Mas as coisas não tendem a mudar muito. O homem, como diz o provérbio árabe, é o jumento da casa. A natureza nos fez maiores, mais fortes e, nos casos extremos, até mais inteligentes. Tudo para sustentar e alimentar as mulheres. Afinal, antes disso uma mulher – nossa mãe – também nos carregou, nos alimentou e cuidou de nós.

Entrevista completa http://veja.abril.com.br/011003/p_070.html

HOMEM QUE É HOMEM


terça-feira, 1 de junho de 2010

UM POUCO DA HISTÓRIA

video

Para quem não sabe, um pouco sobre como surgiu nossa profissão.

Vale a pena olhar.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

UM NOVO HOMEM???????















Bom, Na Edição da VEJA, número 1822, de 1° de Outubro de 2003, traz uma repostagem sobre um novo perfil masculino dentro desse mundo globalizado. Coloquei uma parte para vocês apreciarem. Se quiserem ler na integra, basta entrar no final do texto no link. Espero que apreciem.

"[...]É sempre sexo. O resto é acessório. Ou acessórios, para ficar mais de acordo com o que parece ser uma daquelas mudanças duradouras que ocorrem nas grandes cidades e que, depois, levadas pela televisão, acabam chegando a lugares mais distantes. As pesquisas e estatísticas mostram que o que antes era definido apenas como "vaidade masculina", a preocupação dos homens com a forma física, os cabelos e as roupas, se tornou um movimento comportamental bem mais definido e complexo. Não é somente de aparência que se fala, mas de uma nova maneira de ver o mundo, de atuar nele de uma forma impensável para as gerações passadas. Como explica o psicólogo americano Alon Gratch, autor do livro Se os Homens Falassem: "O que está acontecendo, no fundo, é uma incursão masculina pelo universo feminino em quase todos os seus domínios. O mais visível deles, obviamente, é o da aparência. Mas a transformação é mais profunda". O homem começou a admitir que tem emoções e as esconde cada vez menos. Sente-se mais à vontade com suas preferências estéticas e valoriza com mais desembaraço o aspecto afetivo na relação com a família e os amigos.
O interesse pela "feminilização" do homem vai além das aparências. Uma busca no banco de dados Factiva, da empresa noticiosa americana Dow Jones, mostra 470 reportagens produzidas sobre esse novo tipo em todo o mundo só nos últimos seis meses. Uma delas, do jornal mexicano El Norte, lembra que o fenômeno pode ser observado nas grandes cidades do país e que ele seria a primeira "regressão consistente no machismo do homem mexicano". É um feito e tanto. Octavio Paz, escritor mexicano ganhador do Prêmio Nobel, escreveu que "o machismo está perdido na alma mexicana como em um labirinto", de onde não sairia nunca.
Há alguns anos os homens vêm se desfazendo de uma auto-imagem secular que ficou mais ou menos intocada até os anos 60. Segundo essa imagem, o papel do homem na sociedade era muito simples. Ele sustentava a casa e, em reconhecimento à atribuição de provedor, tinha o direito quase divino de mandar na mulher e nos filhos. Essa fortaleza de certezas vem ruindo aos poucos. Caiu primeiro na família, com a rebeldia dos filhos e a aprovação do divórcio. Depois no trabalho. Hoje as mulheres são maioria em muitas empresas e ocupam cargos de chefia em número muito superior ao de qualquer outro período da história. Finalmente, a fortaleza do homem ruiu nas relações interpessoais. As mulheres atualmente tomam a iniciativa das paqueras e as mais velhas e ricas escolhem os parceiros entre os indivíduos mais novos e mais atraentes. Até bem pouco tempo atrás, essa iniciativa era privilégio de homens. Não é mais.
Em compensação, o homem foi ganhando a liberdade de fazer outras coisas que pareciam privilégio das mulheres, entre elas o direito de se valer de todo o instrumental estético e médico para melhorar a aparência e adiar a velhice e até o de se interessar por moda e decoração. "Mulheres, é de dar medo. Eles cozinham melhor, vestem-se melhor e decoram a casa melhor do que nós", escreveu Sheerly Avni, redatora da revista de internet Salon.com, em um artigo sobre a multiplicação desse novo tipo de homem. Avni se lamenta com ironia e bom humor: "As mulheres passaram os últimos quarenta anos conquistando o mundo masculino. Aprendemos até a caçar. Hoje podemos matar um coelho a tiros, mas não sabemos cozinhá-lo. No pós-feminismo descobrimos que os homens agora são melhores em tudo o que julgávamos território exclusivamente nosso."
O homem descrito dessa forma representaria apenas o lado mais mercadológico de uma transformação mais profunda, porque também é mental, que alguém definiu brilhantemente como a transição do homem de "neandertal a ornamental". Por razões culturais específicas, a humanidade escapou da lei biológica segundo a qual o macho é o fator ornamental da espécie. Em quase todos os animais superiores, o macho, mesmo quando não é maior, é mais colorido e mais ornamentado exteriormente que a fêmea. Alguns estudiosos acham que o homem substituiu esse "pavonismo" exterior pela capacidade verbal. Ele a usa para impressionar a fêmea, assim como os bichos utilizam suas penas e juba. Com a intensa preocupação com a aparência, o homem estaria retomando agora seu papel ornamental. "Há um deslocamento extraordinário nas placas tectônicas dos sexos. Toda a nossa velha forma de pensar tem de ser revista", diz Barney Brawer, psicólogo-chefe do Boys' Project, da Universidade Tufts, nos Estados Unidos. O projeto de Brawer estuda as diferenças entre meninos e meninas, que ele avalia e compara em milhares de variáveis. Na contabilidade de Brawer, as mulheres estão muito à frente, do ponto de vista emocional e nas virtudes que ele associa à civilização, como a capacidade de conciliação e de desfrutar prazer estético. "Nós, homens, estamos hoje no estágio evolutivo da espécie em que as mulheres estavam há três décadas", diz Brawer[...]"

Fotos e reportagem : http://veja.abril.com.br/011003/p_062.html

sobrehumanas.blogspot.com/2009_09_01_archive.html

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Profissão x Preconceito

Como pode em uma civilização que julga-se tão moderna, ainda existir um sentimento tão primitivo, quanto o preconceito. Somos todos iguais, embora a "fachada" seja diferente e lutamos por direitos e deveres iguais, então porque na hora de colocarmos isso em prática, a situação muda de figura?
Secretariado é uma profissão que tem em sua maioria mulheres, mas não é por isso que os homens devem ser discriminados. Competência é uma qualidade sem gênero, então não importa o sexo e sim as habilidades de cada um.
Claro que com a sociedade que estamos habituados, tudo torna-se mais dificil, pois um homem, mesmo gostando muito da profissão e ter nascido para isso, irá pensar duas vezes antes de assumir um cargo publicamente, com medo do que irão dizer a seu respeito.

sábado, 15 de maio de 2010

A Presença Masculina














O regresso de profissionais do sexo masculino é fundamental para uma nova mudança de perfil, caracterizada, principalmente, pela maior valorização da capacidade de liderança, raciocínio lógico e da objetividade. Além disso, uma maior presença masculina auxiliaria na difusão de nossa formação acadêmica e gerencial, desvinculando-se dos estereótipos e preconceitos passados, ligados a figura da mulher.Atualmente, o mercado de trabalho está igual para todos, não podemos nos deter nos conceitos antigos de que essa profissão é de mulher, e aquela é de homem. O que vale não é o sexo, e sim sua competência.

Preconceito : Ainda Existe?




Atualmente, encontramos mulheres trabalhando como motoristas de ônibus, de caminhão, exercendo cargos políticos, tudo com uma grande habilidade. Mas encontramos, homens trabalhando como secretário(os) ?
Isso, você dificilmente encontra, pois o preconceito existe e de todas as maneiras ele surge. Como, por exemplo, na televisão, em novelas, programas, onde existem secretárias, eles não deveriam também colocar um homem para fazer o papel de secretário??
A televisão não quer quebrar um paradigma existente desde a Revolução Industrial, onde, a mulher começou a ocupar o cargo, devido a escassez da mão-de-obra masculina para executar, e a ocorrência da crescente inserção das mulheres no mercado.
Outra forma de discriminação existente, contra a mulher, é o salário. Onde pessoas de sexo oposto, mas com as mesmas funções, o sexo masculino fala mais alto e seu salário é mais elevado.Qual a sua opinião sobre isso? Há preconceito?

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Oração das(os) Secretárias(os)

SENHOR,



Diante de ti, que és o criador e a fonte maravilhosa de todos os dons, quero agradecer-te pelo meu trabalho e a minha profissão.
Eu te ofereço a minha árdua tarefa, no compromisso pessoal e profissional de ser prestativa e generosa, acolher e servir com alegria, saber falar e saber ouvir, perdoar e pedir perdão, atuar com integridade e sinceridade, ter paciência e equilíbrio diante dos impasses, ser compreensiva e solidária, esforçando-me por manter um bom relacionamento e o bem-estar comum.
Às vezes, Mestre, sinto-me frágil, pequena e até mesmo insegura para tomar decisões que competem a minha função.
Mas tu me conheces profundamente, sabes de todas as minhas intenções. Por isso, peço-te, que me inspires e me orientes, dando-me sabedoria e serenidade.
Ilumina-me, para cumprir meu trabalho com dignidade e exercer minhas atividades com segurança e alegria.
Senhor! Que além de funcionária eu seja também colaboradora, companheira e amiga de todos, sem distinção.
Obrigada, Senhor, pelo meu trabalho, pelo pão de cada dia, pela minha vocação de servir e colaborar.
Amém!

quarta-feira, 28 de abril de 2010

São Jerônimo



Para que não sabe, todos nós secretários e secretárias temos um padroeiro e ele se chama: São Jerônimo é o Santo protetor das Secretárias. Ele foi secretário do Papa Dâmaso, que governou a Igreja Católica de 384 e 367 seu dia é 30 de setembro.


Nascimento: No ano 348
Local nascimento: Strido - Itália
Ordem: Presbítero e doutor da Igreja
Local vida: Síria
Espiritualidade: São Jerônimo se imortalizou pelos estudos da santa Bíblia; e quem sabe, também, pelo trabalho que deu a tantas secretárias e secretários! De fato, São Jerônimo é chamado "doutor máximo das Escrituras": passou a parte mais rica de sua vida em Belém, junto ao berço de Jesus, aliás, o único que podia
domar o seu temperamento quase selvagem. O que há de mais saboroso nos escritos de São Jerônimo é o seu estilo epistolar. Correspondeu-se com quase todas as pessoas importantes do seu tempo e encaminhou muitas outras a Deus. A mais célebre de suas traduções é ainda hoje a chamada "Vulgata": uma tradução da Bíblia, a partir dos originais, para o latim clássico.
Local morte: Belém
Morte: No ano 420, aos 72 anos de idade
Fonte informação:Santo nosso de cada dia, rogai por nós
Oração:Tradutor e exegeta da Bíblia, foste um sol que a Escritura ilumina; nossas vozes, Jerônimo, escuta: nós louvamos-te a vida e a doutrina. Estudaste a palavra divina nos lugares da própria Escritura e bebendo nas fontes o Cristo, deste a todos do mel a doçura. Aspirando ao silêncio e à pobreza no presépio encontraste um abrigo". Pelo grande doutor, instruídos, proclamamos, fiéis, o Deus trino e ressoem por todos os tempos as mensagens do livro divino. (Liturgia das
Horas)
Devoção:A exortação, corrigir os que erram
Padroeiro:Das secretárias

Outros santos do dia: Francisco de Borja, Jerônimo (prsb. e dr); Leopardo, Vitor, Urso, Antonino (mátrs); Gregório O Iluminador); Honório, Lauro, Ismildão (bispo); Sofia (virgem); Simão de Crepú (conf); Vitoriano (er).